Bem-vindo à BOL. O nosso site usa cookies e outras tecnologias para personalizar a sua experiência e compreender como você e os outros visitantes usam o nosso site.
Para ver uma lista completa das empresas que usam estes cookies e outras tecnologias e nos informar se podem ou não ser utilizadas no seu dispositivo, aceda à nossa página de política de cookies.

Concordo
Distrito Sala
Detalhe Evento
AXEL DÖRNER, JACQUES DEMIERRE & JONAS KOCHER / CÉSAR BURAGO

AXEL DÖRNER, JACQUES DEMIERRE & JONAS KOCHER / CÉSAR BURAGO

Música & Festivais | Experimental

Biblioteca Mun. Barreiro

Auditório
Classificação Etária
Maiores de 12 anos
Bilhete Pago
A partir dos 12 anos
2020
mai
16
Realizado

Duração

3 horas e 30 minutos

Intervalo

Com Intervalo.

Promotor

OUT.RA - Associação Cultural

Sinopse

22h30 (abertura de portas às 22h00) | Bilhetes: 6€ / 3 sub-25


AXEL DÖRNER, JACQUES DEMIERRE & JONAS KOCHER
Na fronteira entre o jazz e a improvisação livre de orientação reducionista, este DDK Trio de invulgar instrumentação (trompete, piano e acordeão) reúne alguns dos mais consolidados nomes desta coisa tão particular e indefinível como seja a 'música livre' de raiz europeia. À cabeça, o trompetista alemão Axel Dörner, músico brilhante e figura maior do jazz do continente, co-laborador de gente como Alexander von Schlippenbach, Mats Gustaffson, Barry Guy ou Otomo Yoshihide, tão à vontade tocando no limiar do silêncio como atirando-se ao bebop ou a temas de Thelonious Monk; no piano, o suíço Jacques Demierre, improvisador e compositor com rol
igualmente entusiasmante de colaborações com nomes maiores mundiais (incluindo o nosso Carlos 'Zíngaro') e, finalmente, qual wild-card, o também helvético Jonas Kocher, benjamin do trio,
acompanhado do acordeão, um instrumento que, continuando pouco habitual, lentamente se vai infiltrando nestes mundos estéticos e criando raízes sonoras particulares.

CÉSAR BURAGO
Facilmente reconhecível como um dos mais idiossincráticos músicos deste rectângulo, o percussionista português / angolano César Burago foi sendo reconhecido como conspirador quase
indissociável de Sei Miguel (e pontualmente também de Rafael Toral), contribuindo decisivamente para os universos sonoros maravilhosamente rarefeitos e em suspensão desses dois nomes maiores que Portugal tem a sorte de ter gerado. Após um hiato dos espectáculos ao vivo, voltou recentemente a apresentar-se em solo absoluto, e só temos a agradecer o privilégio – porque a forma
como interpreta o pulsar das músicas à volta do jazz com recursos percussivos aparentemente parcos (e, efectivamente, Pequenos) e como desenha miniaturas de impossíveis arquitecturas e métricas fazem acreditar, sempre que o ouvimos, que está nas mãos dele a chave para o segredo mais íntimo do ritmo.

-
Partilhar

Serviços Adicionais