Promotor
Museu do Oriente (Fundação Oriente)
Breve Introdução
O MUSEU CONVIDA… JAPÃO
*Com CATARINA PRETO
Data: Sábado | 16 Maio
Horas: 14.30 às 17.30
Público-alvo: 7 aos 12 anos
Participantes: Mín. 5| Máx. 15
Duração: 3h
Nota: Inscrições até 11 Maio
Muitas são as lendas e mitos japoneses em que vivem animais com superpoderes e significados especiais, cheios de lições para quem os descobre. Numa visita ao museu, encontramos criaturas tão estranhas quanto fascinantes, que despertam a nossa curiosidade. Mas… e se todas essas criaturas imaginárias pudessem ter um museu só para elas?
Inspirados pelo fantástico mundo da cultura japonesa, vamos mergulhar numa aventura de descoberta: observar, identificar, seleccionar e organizar um museu portátil de quatro quadrantes, povoado de criaturas fantásticas! Através do desenho, da pintura, e colagem, com origamis e pop-ups que abrem espaços imaginários, esta oficina convida-te a construir um museu tridimensional — um espaço cheio de mistério e imaginação, onde cada visitante entra num mundo novo e aprende algo extraordinário.
Em caso de desistência:
Haverá lugar ao reembolso do valor total da inscrição quando a desistência for comunicada até 8 dias úteis antes da actividade. Depois dessa data, o reembolso só poderá ser considerado se o lugar for preenchido ou em situações de doença, acidente, ou outros imponderáveis de força maior, devidamente comprovados. Caso a actividade não se realize por falta de participantes, ou por outro motivo, o valor da inscrição será devolvido na sua totalidade.
Para mais informações contactar [email protected]
Catarina Preto
Licenciada em Pintura com formação profissional em fotografia, trabalha como ilustradora e mediadora cultural, mas gosta de se apelidar de criativa, que de todos os materiais que chegam até si, todos os que pode cortar e colar, fazem de si o que é, alguém que gosta de pegar numa coisa e transformá-la noutra coisa qualquer. A sua relação com o papel mudou para sempre, com uma formação de Pop Up, modelos de dobragens em papel que, por tradição, estão dentro de um livro e que abrem quando queremos. Mas em que outros contextos estas dobragens funcionariam?” E com esta pergunta e com muitos erros, construiu mecanismos com roldanas e partes que abrem, como nos livros, mas de uma forma diferente. O atelier com crianças, tem sido o lugar por excelência, onde a experimentação do papel acontece, de uma forma mais livre e honesta. É pela mediação que leva estas formas de fazer a outros e na partilha, traz consigo novos olhares que se fundem na sua exploração pessoal.
Preços