Promotor
Teatro Municipal Joaquim Benite
Breve Introdução
Depois de Nome próprio (2017) e Além da curta imaginação (2021), ANA BACALHAU lançou em 2025 o seu terceiro álbum a solo, Mundo antena, uma espécie de carta de amor à rádio, que reflecte sobre o papel da música e da comunicação na sociedade, e que conta com a colaboração dos radialistas Nuno Markl, Fernando Alvim, Joana Marques e António Macedo. Com temas de autoria da própria artista, e outros de João Só, Mimi Froes, Mariana Moreira, Jorge Cruz e A Garota Não (a canção feminista Por nos darem tanto), Mundo antena é, nas suas palavras, um disco da maturidade. Entre Imperial é fino, um dueto com Cláudia Pascoal e letra de Capicua que brinca com as diferenças de léxico e sotaque entre Norte e Sul, e Canção foleira, sobre as músicas pirosas que todos ouvimos nalgum momento da vida, Ana Bacalhau consegue ao mesmo tempo abraçar a herança dos Deolinda e revelar a sua verdadeira personalidade musical. Trata-se de “um exercício de libertação, mais solto para explorar diferentes lugares musicais, mas sem medo de acolher uma faceta de música popular”, como escreveu o jornalista Gonçalo Frota, no Público.
ANA BACALHAU começou a sua carreira musical com os Lupanar, mas tornou-se realmente conhecida com o projecto Deolinda, que entre 2006 e 2017 pôs a sua voz na rádio com temas como Parva que sou ou Canção ao lado. Além disso, tem colaborado com músicos e projectos muito diversificados, e assumido cada vez mais a sua voz autoral, na música e na escrita.
Ficha Artística
Voz ANA BACALHAU
Guitarra EUGÉNIA CONTENTE
Baixo ZÉ PEDRO LEITÃO
Teclado MANUEL OLIVEIRA
Bateria GUILHERME MELO
Preços
- Fosso Orquestra - 17€
- Plateia - 17€