Promotor
Teatro Municipal Joaquim Benite
Breve Introdução
O amor pode ter muitas formas. Pode ser amizade. Companhia. Ajuda. Família. Compreensão. O amor não tem de ser necessariamente o amor romântico. “Está em tudo o que fazemos no nosso dia-a-dia”, diz a encenadora MICAELA SOARES. As cartas de amor também podem ter muitas formas. Podem ser beijos ou abraços. Gargalhadas. Lágrimas. Um colo. Um segredo. Uma palavra. Um gesto.
Esta carta de amor tem a forma de uma peça de teatro. A partir do universo das ilustrações de João Rodrigues, o TEATRO DE MARIONETAS DO PORTO criou um mundo encantado onde um menino e uma menina procuram este sentimento universal. Na cabeça, usam um capacete de astronauta, como metáfora para fugir do mundo real ao mesmo tempo que é uma espécie de protecção que lhes permite sentir mais coragem para interagirem com os outros. “Este espectáculo vem lembrar a ingenuidade que é necessária para amar. Temos de tirar o nosso capacete do intelecto e do racional para abrir portas ao ‘sentir’. O amor é o conceito em aberto, e é poderoso por não haver uma resposta redonda e fechada sobre o que é o amor”, explica o actor Vítor Soares. Onde é que se encontra o amor? Talvez a única resposta possível seja essa — não importa ‘para onde vão’, desde que tenham companhia.
Ficha Artística
Encenação, Texto e Dramaturgia MICAELA SOARES
Apoio à Dramaturgia VÍTOR GOMES
Cenografia FILIPE AZEVEDO, JOÃO PEDRO TRINDADE
Marionetas, Figurinos, Animação Vídeo JOÃO RODRIGUES
Música PEDRO CARDOSO
Desenho de Luz FILIPE AZEVEDO
Interpretação MICAELA SOARES, VÍTOR GOMES
Produção TEATRO MARIONETAS DO PORTO
Co-produção TEATRO MUNICIPAL DE MATOSINHOS CONSTANTINO NERY
Preços